quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Qual o horario que devemos tomar banho de sol. Por que ?


Sem o Sol não haveria vida na Terra, isso todos sabem. Sem os raios solares não haveria a fotossíntese dos vegetais e também nenhum tipo de vida animal.
Para a vida humana ele é de suma importância. Além de toda a cadeia gerada para a vida de vegetais e animais, tomar banho de sol é fundamental para a nossa sobrevivência. Por isso até a legislação dá o direito aos presidiários ao banho de sol, para preservação da sua saúde. O sol traz benefícios para a pele, para o metabolismo e até para o humor
Porém ao tomar o banho de sol devemos tomar certos cuidados, pois se nos excedermos estaremos correndo riscos de câncer de pele, além do envelhecimento precoce. Ao nos expormos aos raios solares devemos nos proteger do excesso dos raios ultra-violetas, evitando o horário crítico das 11:00 h às 15:00 h, período em que há maior incidências desses raios.Além disso é sempre bom usar os protetores solares de boa qualidade.
O melhor horário para exposição ao sol é de manha e vai até às 10 horas (11 horas no horário de verão), ou após as 4 da tarde (5 horas no horário de verão).
Mesmo nos dias nublados a pele é atingida pelos raios solares - não deixe de usar o filtro solar.
Para se bronzear passar um óleo bronzeador, funciona.

Ficar exposto ao sol por muito tempo, pode causar câncer de pele, tome cuidado

Aspectro Visual

Espectro visível (ou espectro óptico) é a porção do espectro eletromagnético cuja radiação composta por fótons, pode ser captada pelo olho humano. Identifica-se esta radiação como sendo a luz visível, ou simplesmente luz. Esta faixa do espectro situa-se entre a radiação infravermelha e a ultravioleta. Para cada frequência da luz visível é associada uma cor.
    O espectro visível pode ser subdividido de acordo com a cor, com vermelho nos comprimentos de onda longos e violeta para os comprimentos de onda mais curtos, conforme ilustrado acima ou nas cores de um arco-íris. Os comprimentos de onda desta radiação estão compreendidos entre os 700 e os 400 nanômetros.
espectro visual varia muito de uma espécie animal para a outra. Os cachorros e os gatos, por exemplo, não veem todas ascores, apenas azul e amarelo, mas de maneira geral, em preto e branco numa nuance de cinzas. Nós humanos vemos numa faixa que vai do vermelho ao violeta, passando pelo verde, o amarelo e o azul. Já as cobras veem no infravermelho e as abelhas noultravioleta, cores para as quais somos cegos. Mesmo entre os humanos pode haver grandes variações. Por isto, os limites do espectro ótico não estão bem definidos.
Pessoas daltônicas costumam ter dificuldades em visualizar cores contidas em certas faixas do espectro.

WEB QUEST SOBRE ELETROMAGNETICA


01) (UFJF-2000) Um capacitor de placas planas e paralelas, isolado a ar, é carregado por uma bateria. Em seguida o capacitar é desligado da bateria e a região entre as pla-cas é preenchida com óleo isolante. Sabendo-se que a constante dielétrica do óleo é maior do que a do ar, pode-se afirmar que: 
a) a carga do capacitar aumenta e a ddp entre as placas diminui;
b) a capacitância do capacitor aumenta e a ddp entre as placas diminui; 
c) a capacitância do capacitor diminui e a ddp entre as placas aumenta; 
d) a carga do capacitor diminui e a ddp entre as placas aumenta.
02) (PUC) No circuito da figura a seguir, A é um amperímetro e V um voltímetro supostos ideais, cujas leituras são, respectivamente:

 a) 6,0 A e 0,5 V
 b) 3,0A e 1,0 V
 c) 2,0A e 1,5 V
 d) 1,0 A e 2,0 V
 e) 0,5 A e 2,5 V


03) (MACK) No trecho do circuito a seguir, a resistência de 3 Ohms dissipa 27 W. A ddp entre os pontos A e B vale:
a) 9V                 b) 13,5V                 c) 25,5V
d) 30V                e) 45V


04) (FUVEST) O gráfico anexo representa o comportamento da resistência de um fio condutor em função da temperatura em K. O fato de o valor da resistência ficar desprezível abaixo de uma certa temperatura caracteriza o fenômeno da supercondutividade. Pretende-se usar o fio na construção de uma linha de transmissão de energia elétrica em corrente contínua. A temperatura ambiente 300K, a linha seria percorrida por uma corrente de 1.000A, com uma certa perda de energia na linha. Qual seria o valor da corrente na linha, com a mesma perda de energia se a temperatura do fio fosse baixada para 100K?
a) 500 A                 b) 1.000 A                  c) 2.000 A
d) 3.000 A               e) 4.000 A


05) (FEI) Um liquidificador de f.c.e.m. igual a 110V é ligado a uma tomada de 120 V. Sabendo-se que a potência dissipada pelo liquidificador é 100W, pode-se afirmar que sua resistência interna é:
a)5 Ohms            b)1 Ohm            c)150 Ohms            d)10 Ohms            e)2 Ohms

06) (UFV-94) A figura abaixo representa uma campainha de corrente contínua e seu respectivo circuito. As afirmativas a seguir referem-se ao que ocorre quando o interruptor é acionado.
I. Uma extremidade da bobina fica carregada positivamente, atraíndo a placa.
II. A corrente elétrica gera um campo magnético na bobina, que atrai a placa.
III. A corrente elétrica gera um campo magnético na bobina e outro na placa, que se atraem mutuamente.
Em relação às afirmativas acima, assinale a opção correta:
a) apenas II é verdadeira
b) apenas I é verdadeira
c) apenas III é verdadeira
d) todas são verdadeiras
e) nenhuma é verdadeira.


07) (UFV-98) Uma barra metálica neutra desloca-se com velocidade constante v, na presença do campo magnético uniforme B. Assinale a figura que MELHOR representa a distribuição de cargas na barra:
a)                    b)                    c)                    d)                    e) 

08) (UFLA-97) Suponha que uma residência utilize 6 lâmpadas de características técnicas (127V/100W) 4 horas por dia, chuveiro elétrico (220V/2000W) 30 minutos por dia, televisão (127V/100W)5 horas por dia e ferro elétrico (127V/1000W) 12 horas por mês. Considerando o mês com 30 dias, pode-se afirmar que o consumo mensal dessa residência em Kwh, será de: a) 61,0            b)129,0            c) 152,0            d) 182,0            e) 200,0

09) (UFOP 07/98) Considere o circuito elétrico abaixo. O valor da corrente elétrica lido no amperímetro A e o valor da diferença de potencial elétrico lido no voltímetro V são, respectivamente:
a) 1,0A e 6,0V.
b) 0,6A e 6,0V.
c) 0,4A e 6,0V.
d) 1,4A e 4,0V.
e) 1,6A e 2,0V.



10) (UFF/2000) A 60 m de uma linha de transmissão de energia elétrica, submetida a 500 kV, o campo elétrico dentro do corpo humano é, aproximadamente, 3,0 x 10–6 V/m. Este campo atua num certo íon, de carga 3,0 x 10–19C, no cromossoma dentro de uma célula. A força elétrica exercida sobre o íon é cerca de:
a) 9,0 x 10–25 N            b) 1,5 x 10–14 N            c) 1,0 x 10–13 N             d) 1,5 x 10-1 N

domingo, 28 de outubro de 2012

Lentes convergente e divergente


Podemos dizer que a lente é um dos componentes ópticos mais utilizados para a formação de imagens em diversos sistemas ópticos. Por exemplo, elas são bastante utilizadas em máquinas fotográficas,filmadoras, telescópios, microscópios e principalmente na correção visual das pessoas.
De forma parecida com a dos espelhos, as lentes têm por finalidade modificar os raios de luz que nelas incidem. Elas mudam a trajetória dos raios por meio da refração. Sendo assim, podemos classificar as lentes em convergente e divergente.
Lente convergente
Para encontrar a posição e o tamanho de uma imagem formada por uma lente convergente, vamos analisar o comportamento de alguns raios que passam pela lente. O primeiro raio que vamos traçar é um raio que sai de um ponto do objeto e se propaga paralelo ao eixo da lente. Este tipo de raio, como vimos, sofre uma mudança de direção de modo a passar pelo foco da lente.  Veja a figura abaixo.

Os três raios usados para encontrar a imagem de um ponto são: o que vem paralelo ao eixo e passa pelo foco (1), o que passa pelo centro da lente sem desviar-se (2) e o que passa pelo foco e sai paralelo ao eixo (3)
O segundo raio é o que passa pelo centro da lente. Este tipo de raio não é desviado e segue na mesma linha reta. Traçamos este raio partindo do mesmo ponto do objeto e verificamos a posição em que ele vai se encontrar com o raio que traçamos anteriormente.
Um terceiro raio é o que passa pelo foco da lente e sai paralelo ao eixo. Esse raio também vai se encontrar com os outros dois já traçados no mesmo ponto. Qualquer outro raio, saindo do mesmo ponto do objeto e que passe pela lente, será refratado e passará pelo mesmo ponto da imagem. Esta é a condição da formação da imagem:
- independente da direção do raio que parte do objeto, pois sabemos que os pontos intermediários da imagem deverão estar nas posições intermediárias entre os pontos extremos, como ilustra a figura abaixo.

A imagem pode ser facilmente determinada usando os 3 raios: paralelo ao eixo, passando pelo centro da lente e um passando pelo foco
Lente divergente
Podemos recorrer ao mesmo procedimento usado para lentes convergentes para traçar os raios que passam por uma lente divergente. O primeiro é um raio que chega paralelo ao eixo e é desviado pela lente como se tivesse sido originado ao ponto focal. Observe a linha tracejada da figura abaixo, mostrando que o prolongamento do raio difratado passa pelo ponto focal dessa lente.

Raio paralelo ao eixo sai como se viesse do foco (1); raio que passa pelo centro não se desvia (2); raio que se dirige ao foco sai paralelo ao eixo (3)
O raio que passa pelo centro da lente não se desvia. O que se dirige para o foco (que fica depois da lente) é desviado de modo a sair paralelo ao eixo da lente. Este último caso é o inverso do primeiro raio que traçamos.
Observe que se invertermos a direção dos raios, eles deverão percorrer o caminho inverso. Isso também serve para os raios traçados para a lente convergente. Na figura abaixo vemos a formação da imagem com uma lente divergente. A imagem é virtual e menor do que o objeto.

A imagem formada por uma lente divergente é virtual e menor do que o objeto

domingo, 19 de agosto de 2012

Como Funciona maquina fotografica e o olho humano


O componente óptico da câmera é a lente.Essencialmente, uma lente é apenas um pedaço curvo de vidro ou plástico. Seu trabalho é captar os feixes de luz refletidos por um objeto e redirecioná-los de modo que venham a formar uma imagem real, que pareça exatamente com a cena na frente da lente.
O processo é muito simples. À medida que a luz viaja de um meio para outro, ela muda de velocidade. A luz viaja mais rápido através do ar do que através do vidro, de modo que a lente diminui sua velocidade.
Quando as ondas de luz entram em um pedaço de vidro em um determinado ângulo, uma parte delas irá atingir o vidro antes da outra e começará a desacelerar primeiro. Isso é algo como empurrar um carrinho de um local cimentado para a grama, em ângulo. A roda direita atinge primeiro a grama e desacelera, enquanto a roda esquerda ainda está sobre o cimentado. Assim a roda esquerda se move, momentaneamente, mais rapidamente do que a direita. O carrinho vira para a direita à medida que se move sobre a grama.
O efeito sobre a luz é o mesmo. À medida que ela entra em ângulo no vidro, ela se desvia em uma direção e se desvia novamente quando sai do vidro, porque partes da onda luminosa entram no ar e aceleram antes que as outras partes da onda. Em uma lente convergente ou convexa padrão, um ou ambos os lados do vidro se curvam para fora. Isso significa que os raios de luz que a atravessam se desviarão na direção do centro da lente, ao entrar. Em uma lente biconvexa, como uma lupa ou lente de aumento, a luz se desvia da mesma maneira quando sai e quando entra.
 


Isso efetivamente inverte o caminho da luz proveniente de um objeto. Uma fonte de luz (digamos, uma vela) emite luz em todas as direções. Os raios de luz se originam todos no mesmo ponto (a chama da vela) e estão, constantemente, divergindo. Uma lente convergente capta esses raios e os redireciona de modo que todos eles irão convergir de volta a um único ponto. No ponto onde os raios convergem, você obtém uma imagem real da vela
 Resumindo  A máquina fotográfica é uma câmera escura. Através de uma abertura mínima, uma lente ou um conjunto de lentes projeta a imagem sobre uma superfície plana.
Se a superfície for um filme fotográfico, tratado quimicamente para isso, a luz altera as propriedades de cor, deixando gravada aquela imagem. Depois o filme é revelado. Se for um negativo, as cores estarão invertidas e será preciso fazer uma cópia para obter as cores originais. Se for positivo - caso dos slides para projeção, por exemplo - basta a revelação que é a fixação das cores no filme.
No caso da fotografia digital, existe um dispositivo eletrônico, conhecido como CCD , que converte as intensidades de luz que insidem sobre ele em valores digitais armazenáveis na forma de Bits e Bytes que são, então, gravados na memória.
        O olho humano
   O olho é uma parte do nosso corpo extremamente complexa. Com ele podemos focalizar um objeto, controlar a quantidade de luz que entra e produzir uma imagem nítida de um objeto. Sob esse aspecto o olho humano pode ser comparado a uma câmara fotográfica. No entanto, os mecanismos que permitem ao olho efetuar um sem número de operações (como o controle da luminosidade) são extremamente complexos.

A parte da frente do olho é recoberta por uma membrana transparente denominada córnea. Atrás da córnea está um líquido, também transparente, ocupando uma pequena região na parte da frente do olho. Este meio é denominado de humos aquoso. Ainda na frente se situa a íris. A íris funciona como o diafragma de uma máquina fotográfica. Ela tem um diâmetro variável permitindo controlar a quantidade de luz que entra. As pálpebras permitem também controlar a entrada de luz. No centro da íris está a pupila do olho. O cristalino é a lente (biconvexa) do olho. A lente do cristalino é uma estrutura elástica e transparente.
O humos vítreo é um meio transparente que ocupa a maior parte do olho e é constituído de um material gelatinoso e claro. A córnea, o humos aquoso, o cristalino e o humos vítreo são os meios transparentes do globo ocular.
Quando a luz incide sobre o olho humano ela experimenta a refração primeiramente na córnea.
A íris controla a quantidade de luz entrando no olho dilatando a pupila (quando quer aumentar a quantidade de luz) ou contraindo a pupila (para reduzir a quantidade de luz). A íris é a porção colorida do olho (olhos azuis, castanhos etc.). A pupila é a região associada ao pequeno círculo do olho. Tem uma cor diferente da íris.
Depois de passar pelos meios transparentes a luz atinge uma película extremamente sensível à luz. Esta película é a retina. A retina é o análogo ao filme de uma máquina fotográfica.
A retina consiste de milhões de bastonetes e cones. Quando estimulados pela luz proveniente do olho, os bastonetes e cones se decompõe quando expostos à luz. Quando assim estimulados esses receptores enviam impulsos para o cérebro (através do nervo óptico) onde a imagem é percebida. Existem três tipos de cones diferentes. Na retina, a interação desses sistemas de cones é responsável pela percepção das cores. Cada tipo de cone é sensível basicamente a uma parte do espectro visível. Um tipo de cone é sensível ao azul e violeta, o outro ao verde e o terceiro ao amarelo. Uma das teorias para explicar a sensação da cores no ser humano sustenta que qualquer cor é determinada pela freqüência relativa dos impulsos que chegam ao cérebro provenientes de cada um desses três sistemas de cones, ou seja, a luz é percebida no cérebro num processo de adição de cores.
Quando um grupo de cones receptivos a uma dada cor está em falta na retina (usualmente por uma deficiência genética) o indivíduo é incapaz de distinguir algumas cores. O indivíduo com essa deficiência é daltônico.







sábado, 23 de junho de 2012

Imagens do Experimento (BRUNO CONTIN e Victor Hugo)




Medindo a Velocidade da Luz


Experimento:

Propõe-se uma prática que visa determinar a velocidade de luz, usando um forno de microondas, uma barra de gelo e régua.

O procedimento adotado é colocar uma gema de ovo dentro do microondas em potência baixa, com o prato giratório desativado. Liga-se o forno por um período de 1 a 3 minutos e observa-se as regiões onde houve maior derretimento do gelo. A distância entre duas destas regiões consecutivas fornece uma medida do comprimento de onda. A razão disto é que as moléculas ficão mais agitadas (aquecidas) nos picos ou vales do que na região dos nós da onda.

De posse da medida do comprimento de onda e conhecendo-se a freqüência do microondas (um valor próximo a 2450 Hz) pode-se obter a velocidade da onda que, neste caso, é a própria velocidade da luz.

Observações:

1) Dentro da cavidade do forno de microondas formam-se ondas estacionárias, onde os nós e cristas (picos e vales) são fixos. Esta é uma característica importante para o experimento e por isto tem-se que manter o prato giratório fixo.

2) A freqüência 2450 Hz coincide com a freqüência natural de vibração da molécula de água. Este valor pode ser comprovado pelo manual técnico do forno.

3) A potência mínima permite um aquecimento mais lento, tornando assim o processo mais localizado, facilitando a identificação das regiões distintas; além de facilitar o controle ao longo da prática.